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A possibilidade de transferir tecidos com o recurso a técnicas microcirúrgicas (retalhos livres), permite aos cirurgiões a transferência de tecidos, de áreas onde existe tecido em excesso relativo, e reestabelecer a sua circulação mediante conexões microcirúrgicas, para um local distante. Os tecidos assim transportados e revascularizados poderão servir para restaurar quer a forma quer a função em falta.

Os retalhos livres têm sido uma ferramenta poderosa p.ex., para a reconstrução da mama, a reconstrução da mandíbula, língua e esófago após a remoção dos tumores da cabeça e do pescoço.

A transferência livre de tecidos também é uma de extrema utilidade no tratamento das lesões traumáticas e fracturas expostas das extremidades e da mão. A transferência livre, composta, de dedos (pé-mão), revolucionou também o tratamento de muitas anomalias congénitas da mão.

A reparação microcirúrgica de nervos periféricos, bem como a possibilidade de transferências e enxertos de nervos, possibilita a restauração de movimento e sensibilidade após lesões nervosas. Essas mesmas técnicas proporcionam p.ex. restaurar o movimento perdido em pessoas com paralisia facial e lesões do plexo braquial.

Recentes desenvolvimentos no campo da imunologia abriram a porta para os transplantes alogéneos de tecidos compostos para os transplantes da face e da mão.

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